sexta-feira, 27 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
sábado, 31 de julho de 2010
domingo, 11 de julho de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Um cheirinho a sabão de marselha
que deixa traços na roupa que vestimos.
Ingredientes:
sabão de marselha líquido
Modo:
directamente no tambor da máquina.
Resultado:
garantido.
Ingredientes:
sabão de marselha líquido
Modo:
directamente no tambor da máquina.
Resultado:
garantido.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
terça-feira, 18 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Uma questão entre depois e agora
O D era no tempo do L fechado. O tempo decorreu. O D chega agressivo. Cheguei a pensar em desistir. Acalmei. Acalmamos. O D é hoje mas ainda dificilmente diferente. Gosto mais. No entanto espero que possa ser melhor.
Só temos esta vida.
Só temos esta vida.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Passei no Carlos
Perguntei ao Pedro pelo pai. Estava a falar com um que pela expressão verbal e posicional achei tacanho para quem tinha um carro de corridas. Parecer custa o preço do dinheiro.
A sós vimos o carro. Meio litro de óleo até à próxima mudança 3 mil e tal. No entretanto perguntou-me pela Flor. Contei-lhe que continua na presença e no feitio aquele pedaço de algodão.
A sós vimos o carro. Meio litro de óleo até à próxima mudança 3 mil e tal. No entretanto perguntou-me pela Flor. Contei-lhe que continua na presença e no feitio aquele pedaço de algodão.
domingo, 2 de maio de 2010
sexta-feira, 30 de abril de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
6 e 7 Uma Casa na Pradaria
Milho Dourado. Sobrevivência. Conhecer o Mundo. Dia dos Fundadores.
O Homem Mais Rico de Walnut Brove. Quatro Olhos. Ebenezer Sprague. O Grande Jogo.
O Homem Mais Rico de Walnut Brove. Quatro Olhos. Ebenezer Sprague. O Grande Jogo.
domingo, 18 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
Qu'est-ce pour nous, mon cœur de Arthur Rimbaud

Qu'est-ce pour nous, mon coeur, que les nappes de sang
Et de braise, et mille meurtres, et les longs cris
De rage, sanglots de tout enfer renversant
Tout ordre; et l'Aquilon encor sur les débris;
Et toute vengeance? Rien!... - Mais si, toute encor,
Nous la voulons! Industriels, princes, sénats:
Périssez! puissance, justice, histoire: à bas!
Ça nous est dû. Le sang! le sang! la flamme d'or!
Tout à la guerre, à la vengeance, à la terreur,
Mon esprit! Tournons dans la morsure: Ah! passez,
Républiques de ce monde! Des empereurs,
Des régiments, des colons, des peuples, assez!
Qui remuerait les tourbillons de feu furieux,
Que nous et ceux que nous nous imaginons frères?
A nous, romanesques amis: ça va nous plaire.
Jamais nous ne travaillerons, ô flots de feux!
Europe, Asie, Amérique, disparaissez.
Notre marche vengeresse a tout occupé,
Cités et campagnes! - Nous serons écrasés!
Les volcans sauteront! Et l'Océan frappé...
Oh! mes amis! - Mon coeur, c'est sûr, ils sont des frères:
Noirs inconnus, si nous allions! Allons! allons!
Ô malheur! je me sens frémir, la vieille terre,
Sur moi de plus en plus à vous! la terre fond,
Ce n'est rien! j'y suis! j'y suis toujours.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Escrevi isto em 6 de Outubro de 2009
Pingos caem sobre a paisagem. Tocam no fundo para dar de beber à terra poeirenta de fim de verão. Um casal aconchegado de pena ave namora cuidando da margem do rio. Suas vizinhas verdes folhas sacodem ao vento o líquido hemorrágico. Quietos marido e mulher em reino próprio olham o rio à foz.
O vento amainou. A chuva não.
Margem a margem a velha ponte liga vida vivida. Continua de pedra e água.
O vento amainou. A chuva não.
Margem a margem a velha ponte liga vida vivida. Continua de pedra e água.
Transparente líquido outonal
quarta-feira, 14 de abril de 2010
sexta-feira, 9 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
trás-os-montes
A vida é feita de nadas:
De grandes serras paradas
À espera do movimento;
De searas onduladas
Pelo vento.
Miguel Torga
De grandes serras paradas
À espera do movimento;
De searas onduladas
Pelo vento.
Miguel Torga
quarta-feira, 31 de março de 2010
domingo, 28 de março de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
A ternura da velhice
Chego numa manhã estacionário de carros que deixaram pessoas. Em jeito de um certo humor: algum seminário [pensei] Certo espaço. Determinadas pessoas. Na hora pessoas simples do campo com vestígios de trabalho da terra e dos animais. Um homem com palavra. Velho. Educado num humor simples. Vou sempre recordar.
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